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Sexta-Feira, 13 de Abril de 2018, 16h:15
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CAPACITAÇÃO

Gestores da CGM participam de Seminário Regional de Participação e Controle Social

Por: Assessoria

Encontro discutiu o papel das ouvidorias como um instrumento de proteção do usuário dos serviços públicos

Pensar no controle social de maneira mais ampla, tornando a participação popular cada vez maior, à medida que gera resultados eficazes. Ao longo desta quinta-feira (12), gestores da Controladoria Geral do Município (CGM) e de outras instituições debateram esta e outras temáticas, através do Seminário Regional de Participação e Controle Social, realizado pelo Conselho Federal de Contabilidade e pela Controladoria Geral da União.

 

O evento foi marcado por uma série de palestras que explanou o papel das ouvidorias como um instrumento de proteção do usuário dos serviços públicos, o Programa de Fortalecimento das Ouvidorias, a transparência e acesso à informação, além de formas de trabalhar a participação e o controle social. Para a diretora de Transparência de Cuiabá, Luana Kahara, a oportunidade foi valiosa para o conhecimento de novas metodologias de atuação, os auxiliando a vislumbrar formas inovadoras de não apenas aprimorar o controle interno, bem com a eficiência na prestação dos serviços ao cidadão.

 

“A conectividade entre as ouvidorias dos poderes executivos, legislativos e judiciários foi um dos aspectos cruciais deste seminário, uma vez que atualmente observamos que estes órgãos tendem a desempenhar o mesmo trabalho, uma vez que as unidades não conversam entre si. Por estarmos em um contexto social onde o cidadão desconfia da eficácia da resposta de suas demandas, denúncias ou reclamações, é comum que uma mesma solicitação seja feita em três ou até mais serviços de atendimento. O debate que tem sido manifestado é a construção de um sistema que unifica todas ouvidorias, conferindo mais celeridade na retorno ao munícipe. Indo mais além, a CGU tem trabalhado em uma plataforma inteligente, capaz de fazer uma leitura das solicitações feitas pelos usuários, respondendo de imediato aquelas cujas respostas já são padronizadas e permanentes ”, afirmou Luana.

 

Encarar a tecnologia e as mídias sociais como uma ponte entre o município e as necessidades da população é também um aspecto latente e que foi amplamente debatido em uma das palestras ministradas. Para a diretora, a Controladoria e a Ouvidoria precisam dimensionar e atualizar a forma de atuação, usando essas ferramentas como instrumentos fiscalizatórios para o contribuinte. A gestora ainda salientou que uma prefeitura consegue atender melhor seu povo quando todas as suas pastas trabalham em uníssono, contando com o suporte das equipes responsáveis pelo controle interno e externo.

 

“Todo canal de comunicação é um instrumento de ouvidoria e controle social. A tecnologia nos garantiu um leque amplo de mídias que ligam o cidadão aos serviços prestados pelo poder público, seja através de fanpages das instituições, bem como por meio de outras plataformas. É necessário saber olhar para estes dispositivos como um aliado, recebendo as solicitações do cidadão - que naturalmente se expressa nestes canais, buscando respostas que muito mais que atender a um questionamento, possibilitem a construção de políticas públicas genuínas. Como gestores que trabalham nesta área, temos que assumir a responsabilidade de sinalizar as demandas que nos chegam, pensando em soluções para problemas maiores e não uma mera resposta para uma questão particular, que pode até mesmo ser um pequeno excerto de um gargalo real na nossa cidade”, concluiu.

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Edição 139 julho de 2018

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