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Segunda-Feira, 22 de Abril de 2019, 17h:58
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Ministro diz que recursos serão destinados apenas se houver seriedade e planejamento

Por: Redação

 

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta disse que o Governo Federal só destinará recursos para a Santa Casa de Misericórdia, após o hospital fornecer um relatório sobre a real situação em que se encontra e como pretende investir os valores que serão repassados. 

 

“O hospital precisa demonstrar primeiro qual impacto, o plano, o planejamento, quem são as pessoas, aonde nós vamos chegar com o investimento de dinheiro público. Está muito difícil para o cidadão pagar imposto, está muito dura a carga tributária no País. Não é por conta de um apelo de uma instituição A, B ou C que a gente vai deixar de ter um profundo zelo pelo dinheiro público”, afirmou o ministro.

 

Com as atividades paralisadas deste o dia 11 de março, a unidade filantrópica tem uma dívida que ultrapassa R$ 100 milhões – com funcionários e com fornecedores.

 

Mandetta afirmou que apesar de ainda não ter autorizado a liberação de recursos, o Governo Federal tem acompanhado o caso com muita atenção pois, a crise na Santa Casa não é emblemática apenas para Cuiabá, mas sim para Mato Grosso devido ao alcance dos atendimentos que realiza.

 

“Nós estamos aguardando o final de como isso vai ser para podermos ver onde a União pode ajudar. A gente tem que ter muita seriedade nesse momento. Havendo seriedade na apresentação dos números, pode ter certeza que o Ministério da Saúde vai aportar recursos aqui em Cuiabá”, ressaltou.

 

Mandetta defende que a direção da Santa Casa, Governo do Estado e prefeitura de Cuiabá também estreitem o diálogo para que a situação do hospital seja sanada. “Talvez o caminho melhor seja o diálogo entre as partes que estão lá dentro e o poder público. O Ministério da Saúde olha com muita atenção e preocupação. É importante deixar claro a responsabilidade dos gestores que criaram essa situação, a responsabilidade dos gestores filantrópicos. Se a gente conseguir que a sociedade entenda porque as coisas chegaram ao ponto que chegaram, aí todos nós poderemos ser atores do nosso tempo e enfrentarmos esse problema”.

 

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Edição 179 Maio de 2019

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