PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Quinta-Feira, 03 de Outubro de 2019, 09h:07
Tamanho do texto A - A+
CIDADES
PERÍCIAS MÉDICAS Twitter

MPF recorre de decisão judicial para garantir a análise de pedidos pelo INSS em menor tempo

Por: Redação

Divulgação

Agência INSS

 

O Ministério Público Federal (MPF) recorreu, por meio da interposição de agravo de instrumento, contra a decisão da 8ª Vara Federal da Seção Judiciária de Mato Grosso que indeferiu o pedido de liminar que pretendia obrigar o INSS no estado a observar o prazo de 15 dias para a realização das perícias médicas necessárias às análises de pedidos de benefícios e, quando ultrapassado o prazo por culpa exclusiva do INSS, seus pagamentos provisórios.

 

No Inquérito Civil nº 1.20.000.001697/2015-82, que antecedeu a Ação Civil Pública (ACP), o MPF apurou que o tempo médio de espera para a mera designação de perícia médica pelo INSS em Cuiabá, a fim de averiguar os requisitos necessários para concessão de benefícios, varia entre 49 e 116 dias. Ou seja, leva de dois a quatro meses apenas para realização da perícia médica, sem incluir ainda o tempo necessário para a efetiva implementação do benefício.

 

O MPF ressalta que a demora excessiva do INSS para designar perícia médica nos seus procedimentos administrativos para concessão de benefícios ofende os princípios constitucionais da eficiência, da legalidade, da razoabilidade e da continuidade, que orientam o serviço público, assim como da duração razoável do processo administrativo.

 

O procurador da República Gustavo Nogami questiona ainda no recurso se é “justificável fazer o cidadão aguardar quase quatro meses para realizar a perícia em processo administrativo que busca prestação, no mais das vezes, de caráter alimentar? Como sobreviverá até o fim do processo administrativo?”.

 

Deste modo, o MPF pede que o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (Brasília) reforme a decisão liminar e determine que o INSS analise os pedidos administrativos em prazo razoável, sob pena de que a autarquia federal seja obrigada a pagar os benefícios pretendidos de maneira provisória, evitando prejuízos e, até mesmo, riscos para os lesados.

 

Twitter

PUBLICIDADE



Veja mais sobre este assunto:

Edição 205 Novembro de 2019

PUBLICIDADE

Enquete
COLUNISTA
BLOGS MAX
  • PUBLICIDADE

  • PUBLICIDADE

  • PUBLICIDADE


PUBLICIDADE


PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

© 2019 - Notícia Max - Todos os direitos reservados