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Quarta-Feira, 11 de Julho de 2018, 10h:10
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CUIABÁ

Obras do "Minha Rua Asfaltada" alcançam 180 km da malha viária

Por: Redação

Reprodução

 

Melhorar a qualidade de vida do cidadão e, ao mesmo tempo, facilitar o acesso entre diferentes comunidades, são as principais metas que vêm sendo cumpridas pelo programa “Minha Rua Asfaltada”. Completado pouco mais de um ano e três meses de implantação, a ação de infraestrutura se consolidou como uma das principais medidas da Prefeitura de Cuiabá ao democratizar o benefício da pavimentação, universalizando a prestação do serviço e levando-o para localidades mais afastadas da região central da Capital.

 

Até o momento são cerca de 30 bairros sendo atendidos pelo programa e um total de 180 quilômetros de malha viária atingida, entre obras concluídas, em execução e em processo de licitação. O número está dentro do planejado pelo Município, que pretende chegar até o ano de 2020 com, pelo menos, 600 quilômetros executados. Para isso, o Executivo não tem medido esforços, tanto para finalizar as obras já iniciadas quanto para agremiar mais recursos e ampliar a quantidade de comunidades contempladas. Além disso, os trabalhos caminham de forma célere, com várias equipes atuando em diferentes etapas.  

 

O andamento das atividades é acompanhado de perto pela Secretaria Municipal de Obras Públicas que, como parte das ferramentas de controle, elabora periodicamente um relatório de execução. O levantamento possibilita um mapeamento detalhado dos bairros em estágio mais adiantado, bem como daqueles que não apresentam os resultados esperados. Dessa forma, com embasamento técnico documentado, a Prefeitura de Cuiabá consegue reformular as metas e exigir das empresas a reorganização do plano de trabalho, de modo a cumprir com o prazo de entrega estabelecido em contrato.

 

A última sondagem feita pela Secretaria aponta que, gradativamente, as obras têm avançado de forma satisfatória em bairros das mais variadas regiões. De acordo com o relatório, o bairro Altos da Serra I, por exemplo, se encontra com 87% dos trabalhos executados; No vizinho Altos da Serra II, são 51%; no Novo Colorado, o serviço alcançou 78%; e no Jardim Imperial II os avanços chegam a 57%. O programa também já tem obras finalizadas nos bairros São Roque, Bela Vista, Jardim Umuarama, além de importantes vias das comunidades Bom Clima, Aricá/Manduri, Santa Marta, Jardim União/acesso ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

 

“Os números demonstram que estamos no caminho certo para a universalização da pavimentação em Cuiabá. Sabemos que o desafio é grande, pois a malha viária da cidade é longa e grande parte dela ainda é composta por ruas sem asfalto. No entanto, nossa meta também é ousada e vamos trabalhar com grande afinco para assegurar que ela seja cumprida. Asfalto é embelezamento das vias, valorização dos bairros, mas, acima de tudo, é mais qualidade de vida para o cidadão, que paga seus impostos e merece receber da Prefeitura aquilo que de melhor ela pode oferecer. Estamos apenas no começo dessa trajetória e vamos avançar cada vez mais nesse quesito”, comenta o prefeito Emanuel Pinheiro.

 

Outro ponto de importante destaque dentro do programa “Minha Rua Asfaltada” é a qualidade dos materiais utilizados nas intervenções. Na fase de drenagem, por exemplo, estão sendo colocadas manilhas de 60 cm, garantindo o escoamento eficiente de águas pluviais, além do reforço com bueiros duplos de tubulação de 1,5 m em ruas com passagem de córregos. Para a pavimentação, a Prefeitura tem optado por utilizar o revestimento do tipo Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ). De acordo com o secretário municipal de Obras Públicas, Vanderlúcio Rodrigues, toda essa preocupação é necessária para garantir a longevidade na vida útil da malha viária construída.

 

“A determinação do prefeito Emanuel Pinheiro é que, dentro desse plano de humanização e construção de uma cidade melhor para a população, possamos levar uma infraestrutura de primeira linha às comunidades contempladas. Por isso, buscamos seguir os padrões recomendados pelas normas técnicas da área, proporcionando a durabilidade do asfalto. Esse cuidado é também uma maneira de demonstrar nosso zelo com os recursos públicos, evitando gastos desnecessários e situações em que, após poucos anos da entrega, o trabalho tenha que ser refeito”, pontua Vanderlúcio.

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Edição 148 de Setembro de 2018

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