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Sábado, 17 de Agosto de 2019, 09h:00
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Prefeitura resgata memória cuiabana com obras de restauração de patrimônios históricos

Por: REDAÇÃO

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PATRIMONIO

 

A cidade geodésica. Coração adolescente que pulsa na beira d’água que tem seu nome. A Cuiabá dos 300 anos tem suas histórias resgatadas com a revitalização de prédios e monumentos históricos, carregados de simbolismo e herança cotidiana na vida de milhares de pessoas. Chafariz do Mundéu, Estátua de Maria Taquara, além Casa de Bem Bem e Casarão 155, são algumas das obras realizadas pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo, em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Neste sábado (17), é celebrado o Dia do Patrimônio Histórico Nacional.

 

A cada movimento paciente do arquiteto restaurador, uma descoberta. No Chafariz do Mundéu, por exemplo, as patinhas de um felino habitante do monumento na Cuiabá antiga ficaram registradas e sobreviveram ao tempo para serem descobertas neste processo de resgate, executado pela empresa Ação Cultura, que toca também mais dois projetos de recuperação: Obelisco da praça Luis de Albuquerque, presente de Corumbá à capital mato-grossense por seu bicentenário; e a estátua de Maria Taquara, a lavadeira, negra e revolucionária como contam, sendo a primeira mulher a se libertar do patriarcado e usar calças em Cuiabá.

 

“A equipe técnica é extremamente preparada. São uma série de exigências, que diferem uma restauração d uma reforma, que muitas vezes a gente pensa ‘ah, caiu, vamos arrumar amanhã’, e as coisas não são assim, tem todo um processo, Cuiabá tem 300 anos de história, você tem casas aqui com 200 anos de história, então não é qualquer mexida, tem que ter uma empresa especializada, estudos e projetos muito bem elaborados, com começo, meio e fim e as obras precisam ter um planejamento financeiro também para que comecem e não parem e evitar o  que aconteceu com as casas no Centro Histórico, que foi um projeto de 2010 que não tiveram continuidade. Então é isso que a gente está corrigindo agora, para que isso não aconteça na gestão do prefeito Emanuel Pinheiro”, explicou o secretário de Cultura, Francisco Vuolo.

 

O investimento para a restauração dos três equipamentos históricos (Chafariz do Mundéu, Estátua de Maria Taquara e Obelisco da Praça Luis de Albuquerque) foi de R$ 185 mil. Além da reforma, a empresa Ação Cultural promove a interação entre estudantes de arquitetura e os monumentos para estimular a preservação histórica e o aprendizado in loco.

 

“Nós vamos ter uma ação de educação patrimonial, que vão vir os estudantes da Universidade Federal de Mato Grosso, com uma professora que vai poder explicar todo o processo da obra, para que eles entendam que o trabalho de restauração é muito diferente do trabalho de reforma”, comentou Viviene Lozi, diretora da Ação Cultural. A equipe é formada por historiadores, arquitetos e restauradores. E o trabalho deve durar até o fim de setembro.

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Edição 195 Agosto de 2019

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