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Quinta-Feira, 07 de Março de 2019, 15h:44
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Exposição “!Ainda Há Tempo?” questiona relação entre exploração e conservação da natureza

Por: Assessoria

Reprodução

 

É possível explorar economicamente a natureza e conservá-la, sem destruí-la? Este é o questionamento que norteia a exposição “!Ainda há tempo”, da artista mato-grossense Tânia Pardo, aberta nesta quinta-feira (07/03), às 19h, em Poconé. A artista fará uma performance durante a abertura, com a participação dos visitantes, que vão poder utilizar os dedos para a criação de uma obra exclusiva.

 

Com telas e grandes instalações, sendo uma totalmente interativa com o público, a mostra tem entrada gratuita e pode ser visitada até o dia 15/04, das 9h às 13h e das 14h às 19h, na Galeria do Sesc Poconé.

 

A proposta da exposição é desafiadora e, ao mesmo tempo, instigante, a começar pelo título que leva um ponto de exclamação, para sugerir surpresa, sentimento e emoção, e outro de interrogação, indicando dúvida, espanto e sinaliza uma pergunta ou uma incerteza.

 

“Com esta exposição, Tânia Pardo pretende que cada visitante desenvolva sua reflexão pessoal sobre o assunto e desperte para a conscientização sobre o que cada um pode fazer para preservar o meio ambiente. Afinal, os recursos naturais são finitos e para a continuidade da própria humanidade se faz necessário convivermos em harmonia com a natureza”, diz o curador, professor Laudenir Antonio Gonçalves.

 

Na exposição, a artista apresenta a sua maior preocupação em relação ao meio ambiente ao mostrar, de um lado na galeria, obras que representam a beleza e riquezas de Mato Grosso e, de outro, a representação de alguns efeitos que o homem pode provocar, e vem provocando a partir da devastação da natureza.

 

Todas as obras que compõem a mostra foram feitas, exclusivamente, com as pontas dos dedos (hand painting) e pincel de borracha, para trabalhar efeitos na tela. Além da visão, para a apreciação das obras, a artista desenvolveu outros recursos com o objetivo de despertar a conscientização dos visitantes, por meio de estímulos sensoriais, como o ambiente sonorizado com efeitos similares ao da natureza, a utilização de aromatizantes a degustação da castanha do Pará, que pode ser apanhada da própria Castanheira instalada no local.

 

De acordo com a analista de Cultura do Sesc Poconé, Poliana Queiroz, a mostra é um convite à reflexão. “Aqui, o visitante contempla e interage com a exposição para poder chegar, por si só, à resposta da pergunta que dá vida a esta mostra”, declara.

 

Sesc Poconé - A unidade, que faz parte do Sesc Pantanal, tem como objetivo a promoção da valorização da cultura, da qualidade de vida e fortalecimento da cidadania junto à comunidade local e está localizada na Avenida Generoso Ponce, na entrada da Rodovia Transpantaneira, Centro de Poconé.

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Edição 179 Maio de 2019

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