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Quarta-Feira, 07 de Novembro de 2018, 09h:10
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'PAPAI NOEL'

Feliz Natal: carta de crianças carentes já podem ser retiradas

Por: G1-MT

Ilustrativa

papai noel

 

Foi lançada oficialmente, nessa terça-feira (6), a campanha de adoção de cartas de natal escritas por crianças carentes, ao 'papai Noel”, em Cuiabá. A ação é realizada pelos Correios, em parceria com alunos de escolas públicas e instituições sociais.

 

A campanha, que é realizada há 29 anos, faz com que os presentes pedidos pelas crianças nas cartas sejam atendidos com o apoio de voluntários que “adotam” as cartinhas.

 

Cerca de 50 crianças e adolescentes de entidades sem fins lucrativos terão as cartas entregues ao “bom velhinho”.

 

Em Mato Grosso, nos últimos três anos, mais de 55 mil cartas foram entregues ao “papai Noel” e tiveram os pedidos atendidos.

 

Este ano, assim como na última edição, a campanha traz a possibilidade de adoção de cartinhas pela internet.

 

Em Cuiabá, quem quiser adotar online poderá acessar o blog da campanha e apadrinhar o pedido de uma criança.

 

Nesse caso, a entrega do presente pelo padrinho deve ser feita no ponto de entrega indicado.

 

A campanha

 

A campanha Papai Noel dos Correios surgiu por iniciativa de carteiros que, durante a rotina de trabalho, recebiam cartas escritas por crianças, destinadas ao Papai Noel, porém, sem endereço. Sensibilizados, resolveram adotar eles mesmos as cartinhas e enviar os presentes.

 

Com o passar do tempo, a ação ganhou proporção e acabou se transformando num projeto corporativo. A partir de então, as cartas enviadas pelas crianças são lidas e selecionadas e, depois, são disponibilizadas nas unidades da empresa para os voluntários.

 

Os carteiros não distribuem cartas das crianças diretamente à população, em suas residências. Os interessados precisam buscar as correspondências nas unidades ou se cadastrar no blog da campanha.

 

Os presentes são recebidos nos pontos de entrega divulgados e os Correios fazem a distribuição. Não é permitida a entrega direta do presente, por isso, o endereço da criança não é divulgado e nem informado ao padrinho.

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Edição 157 Novembro de 2018

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