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Segunda-Feira, 25 de Novembro de 2019, 13h:01
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Jesus diz estar apaixonado pelo Flamengo, mas evita planejar futuro: "Paixões podem passar"

Por: Globo Esporte

Alexandre Vidal

JORGE JESUS

 

Em meio à loucura pela conquista das taças da Libertadores e Brasileirão no mesmo fim de semana, muitos torcedores do Flamengo já pensam em 2020. Uma das questões mais importantes é a permanência de Jorge Jesus. Com contrato até junho do ano que vem, o treinador prefere não falar sobre o planejamento futuro.

 

Em entrevista ao diário "A Bola", de Portugal, o Mister não escondeu a paixão pelo Flamengo nos cinco meses de relação, mas pediu tempo para definir os próximos passos.

 

- Não penso nisso ainda. Estou apaixonado pelo Flamengo, mas a minha é esta, é uma vida de paixões, e com o tempo as paixões podem passar. Vamos dar tempo ao tempo. Tento não ligar muito a isso, não quero pensar nisso ainda, a essas pressões. Não ligo muito a redes sociais e não leio jornais, nem vejo programas esportivos no Brasil. Essa ignorância, de certa forma, foi boa para mim, porque me tirou alguma responsabilidade dos ombros - afirmou o treinador.

 

Jesus chegou ao Flamengo com mentalidade de campeão. Mas, num primeiro momento, o treinador precisou entender o que significava a Libertadores para a torcida, na espera há 38 anos.

 

- Nunca pensei que este troféu fosse tão importante para os torcedores do Flamengo, confesso. Para eles foi um sonho com 40 anos, e na verdade eu só percebi essa realidade com o tempo. Fui começando a perceber o que era a Libertadores para eles, porque para mim era muito mais importante ser campeão brasileiro. Fui vendo que as duas coisas eram muito importantes para eles, mas que a Libertadores era a coisa mais importante do mundo.

 

Entre os objetivos de carreira, Jesus não deixa dúvidas ao colocar a Europa como destino em algum momento.

 

- Vou lutar por isso (treinar um grande clube europeu), é o meu objetivo.

 

VEJA MAIS TRECHOS DA ENTREVISTA AO DIÁRIO "A BOLA":

 

FESTA NA AV. PRESIDENTE VARGAS

- Quando se vem para um país que se conhece menos, não é difícil se apaixonar. Porque tudo o que eles fazem é paixão, é música, é diversão, são sentimentos. E tem que entrar nisso com eles, porque são coisas do coração. Não há nenhum clube como este no mundo. Não me refiro à questão meramente desportiva, porque na verdade não ganham muitos títulos, mas em termos de adeptos, de torcedores, de paixão, eles são. Acabamos contagiados por tanto amor, por tanta paixão deles pelo clube.

 

ESPERAVA SUCESSO TÃO RÁPIDO?

- Não acreditava? Não era bem assim, porque eu vinha com essas metas, vinha para ganhar. Em todo o caso, o impacto de tudo isso é diferente do que eu esperava, porque a dimensão do país assim o implica. Não há comparação possível entre o tamanho do Brasil e o de Portugal. Só no Rio de Janeiro há 9 milhões de pessoas.

 

ACHA POSSÍVEL UMA VOLTA A PORTUGAL?

 

- Nesta altura (as portas para voltar a Portugal) estão cada vez mais fechadas.

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Edição 211 Janeiro de 2020

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