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Quinta-Feira, 18 de Abril de 2019, 10h:52
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INTERNACIONAL
TRUMP INOCENTE Twitter

Secretário de Justiça dos EUA diz que Trump não cooperou com russos; presidente comemora

Por: G1

 

O presidente Donald Trump não agiu em conluio com os russos para tentar interferir nas eleições de 2016 e não obstruiu a Justiça, afirmou o secretário de Justiça William Barr em uma declaração pública.

 

Logo após o pronunciamento, Trump postou um tuíte para dizer que era fim de jogo para os "haters" (inimigos que o detestam) e democratas radicais. Há dois processos sobre o papel dos russos nas eleições presidenciais norte-americanas em que Trump saiu vitorioso.

 

A primeira é sobre a atuação de uma agência russa ligada ao governo daquele país para criar discórdia e desinformar os eleitores norte-americanos. A segunda é sobre as tentativas, por parte de membros da inteligência militar russa, para hackear os emails do Partido Democrata e da candidata Hillary Clinton.

 

Não foram encontradas evidências de que Trump ou qualquer pessoa de sua campanha tenham participado ou cooperado com essas ações, afirmou Barr. 

 

A alegação de que Trump teria agido para obstruiu a Justiça foi repelida por Barr. "A investigação não estabeleceu que membros da campanha conspiraram ou coordenaram com o governo russo.” Ele afirmou que foram listadas dez situações que poderiam ser interpretadas como obstrução, mas que ele e o relator Robert Mueller decidiram que não se pode concluir que foram, de fato, tentativas nesse sentido.

 

Barr se pronunciou antes de enviar um relatório de 400 páginas, resultado da investigação do relator Robert Mueller sobre o papel da Rússia na eleição de 2016 nos Estados Unidos e uma suposta obstrução de Justiça por parte de Donald Trump.

 

O presidente dos EUA nega ter agido em conluio com a Rússia para interferir nas eleições de 2016 ou ter obstruído a Justiça. 

 

O tema é discutido desde a vitória do atual presidente dos EUA. Barr já havia tornado público um resumo de quatro páginas sobre o material. Nesse texto, está escrito que não se conclui que Trump obstruiu a Justiça, também não há exoneração.

 

Uma edição do relatório vai ser encaminhada aos congressista dos EUA em 12 CDs –não é raro que documentos pesados sejam entregues nesse tipo de mídia.

 

A Casa Branca já tinha uma boa noção da natureza do material antes mesmo de ele ser tornado público, pois oficiais do governo americano mantiveram conversas com os promotores sobre o conteúdo. Esses diálogos ajudaram o time de Donald Trump a preparar respostas ao relatório e também para traçar uma estratégia para as discussões após a divulgação.

 

Controvérsia antes mesmo da divulgação

O relatório tem trechos vetados ao público por conter informações sensíveis. Há, entre os parágrafos que não foram divulgados, dados apresentados a um júri, material que os agentes de inteligência consideram ser sensível por comprometer suas fontes e histórias que, se reveladas, podem dificultar outras investigações (por exemplo, a que tenta descobrir se houve pagamentos para “comprar silêncio” para acobertar um escândalo sexual durante a campanha de 2016).

 

O Partido Democrata quer ter acesso ao texto sem os vetos. Eles entendem que Barr é um funcionário nomeado por Trump, e portanto não se pode confiar nele sobre o que pode ou não ser divulgado.

 

'Assédio presidencial!'

Antes mesmo da entrevista coletiva de Barr, Trump foi ao Twitter para protestar. Uma das mensagens foi “assédio presidencial!”, que ele escreveu com todas as letras maiúsculas. Depois, publicou um vídeo em que ele mesmo afirma, em diversos momentos e situações, que não houve conluio com a Rússia. Comentaristas de TV surgem para dizer o mesmo. Ele já havia publicado a mensagem: “Maior embuste político de todos os tempos! Crimes foram cometidos por policiais sujos e corruptos e pelos democratas e seu partido!”.

 

Depois do pronunciamento de Barr, Trump publicou o seguinte tuíte.

DCVF

 

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Edição 192 Agosto de 2019

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