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Sexta-Feira, 13 de Dezembro de 2019, 09h:25
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EDUARDO PÓVOAS
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Pai

Por: EDUARDO POVOAS

Reprodução

Eduardo Povoas

 

Chega ao fim mais um ano.

 

Lutas e mais lutas nestes passados trezentos e sessenta e cinco dias.

 

Algumas derrotas, mas vitória na maioria das batalhas.

 

É chegada a hora da gente colocar a cabeça no travesseiro e refletir se nossas atitudes foram condizentes aos mandamentos que Ele nos enviou.

 

Perguntar à nossa consciência se alguma coisa fizemos para minimizar a dor de alguém que se encontra em um leito de hospital

É hora de perguntarmos se esses Venezuelanos que perambulam pelas nossas ruas com seus filhos a tira colo, com fome sede e sem trabalho, mereceu de nós uma Ave Maria ou um Pai Nosso. Perambulam com seus filhos por não ter onde deixá-los, fugindo de um regime cruel.

 

É hora de perguntarmos se os milhares de dependentes químicos tropeçando à esmo por nossas calçadas, mereceu de nós ao menos um bom dia.

 

Perguntar à nossa consciência se alguma coisa fizemos para minimizar a dor de alguém que se encontra em um leito de hospital, sem ter ninguém olhando por ele, simplesmente entregue à sorte da nossa estrutura de saúde pública.

 

É hora de olharmos para cima e agradecermos o ar que respiramos, a comida que temos, o trabalho que nos dignifica, os filhos e netos maravilhosos que Deus nos deu, enfim, olhar na face de sua companheira e agradecer por ela te aturar com amor e paciência.

 

Chegou a hora de dobrarmos nossos joelhos para que, com amor e fé, dizermos em alto e bom som: Senhor faça de mim um instrumento de vossa paz em todos os sentidos.

 

Você vibrou com seu vizinho quando ele trocou o carro, ou com seu amigo que foi ao seu encontro de roupa nova? Vibre com eles, o sucesso deles fará  você ter também.

 

Se tudo e todos ao nosso redor estiverem em consonância Divina, creia com fé, que também estaremos.

 

Senhor, aceite Pai Eterno que no íntimo da minha humildade que só vós pode julgar, minha eterna gratidão por tudo que me deste este ano. Coisas incomensuráveis que se minha fé, pouca fosse, duvidaria que algum dia poderia merecer.

 

Enumera-las? Parece improprio e inoportuno.

 

Agradecer-lhe? Sim, parece próprio e oportuno.

 

Fortaleça-me Pai eterno, pois tenho uma missão longa neste plano que preciso finalizar. Só Vós pode me dar permissão e força para isso.

 

 

 

EDUARDO PÓVOAS é odontólogo em Cuiabá

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Edição 212 Janeiro de 2020

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