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Sexta-Feira, 02 de Junho de 2017, 14h:05
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Temer e as mentiras políticas

Por: Wilson Carlos Fuáh

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Wilson Carlos Fuah

Temer e as suas verdades ou mentiras, que  ecoam pelo Brasil a fora, e como vários políticos que igual a ele, estão tropeçando em suas próprias mentiras.

 

Pensam que para sair da crise de governo, desesperadamente se transforma num mentiroso na busca de um administrador de recursos publicitários ou num especialista em comunicação que possa melhorar a sua imagem irreal, ou num mágico capaz de dourar as suas mentiras, aliás mentiras estás,  que foram produzidas por marqueteiros vendedores de ilusões, e ao vencer  a eleição, vem a dura realidade, pois os cofres públicos não tem recursos infinitos, e com o passa a ser um reformador governamental e ainda tem a capacidade de envolver-se em situações não republicanas, combinadas com investigados em encontros noturnos e secretos.

 

Para ser um grande líder político não depende só de um bom secretário de comunicação, isto é, depende muito mais das suas ações, porque a sua imagem verdadeira, são retratas nas suas próprias realizações, e a firmeza do seu caráter, representa a caracterização de um homem fiel a verdade em todas as circunstâncias, só  entender que as suas verdades,  em si basta, porque eles proferem a vaidade e por isso, transforma em refém das forças mentirosas e repetitivas da inserções institucionais, pensando que só isso basta para  transformá-lo num líder sem desconfiança coletiva. 

 

Mas, o homem político que tem a  flexibilidade para saber ouvir e promover as mudanças de rumos quando necessário para não cair no descrédito, e nunca adiar uma decisão, quer  seja ela boa ou má, se assim fizer não terá crises acumuladas. A demora em decidir faz com que sua administração fique ligada a desmandos e sem direção, com isso enfraquecendo o governo como um todo.

 

Assumir a leitura nos momentos de crises e saber planejar as opções possíveis para sair do redemoinho,  assumindo os sentimentos verdadeiros, e estar preparado para experimentar todos os momentos reais e válidos, e que os resultados de suas decisões sejam  plenamente consciente destes sentimentos, que os assuma e ao assumi-los, será é capaz de comunicá-los facilmente.

 

Os governantes de tanto mentir, deixa de ser ele mesmo, e por adiar o enfrentamento das crises, coloca nas mãos do seu administrador de comunicação, volumosos recursos, e pensa que só isso basta, e ancora no poder da mídia como se fosse possível transformar as mentiras coletivas, em verdades fábricas na  magia de propagandas repetitivas e cansativas, pensa ser capaz de desfazer toda a desconfiança instalada na cabeça do povo, mas no topo central da sua administração, está instalada uma grande fenda  represadas em mentiras, e com o passar do tempo poder romper-se e levá-lo a renúncia e até prisão. 

 

Assumir a realidade com humildade e inteligência, faz com que o político desenvolva o poder de saber escutar, compreender, conscientizar-se e aceitar o que passa dentro dele, quanto mais ele aceite  esses entendimentos, compreenderá a complexidade do estado geral do seu meio, e com ações  conscientes, talvez ainda dê tempo para uma horada renuncia, mas não renuncia, porque a renuncia é um suicídio político.

 

A tendência realizadora de um governo tem a cara do seu líder, que pode ser evidentemente frustrada ou desvirtuada, mas não pode ser destruída sem que se destrua também o marco de um homem fiel a verdade em todas as circunstâncias. Esta tendência construtiva e poderosa é o alicerce da abordagem da comunicação de um governo sério e realizador.

 

Wilson Carlos Fuáh é especialista em Recursos Humanos e Relações Sociais e Políticas.

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Edição 152 Outubro de 2018

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