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Terça-Feira, 19 de Novembro de 2019, 15h:29
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POLÍCIA
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“Marreta” confessa ter assassinado “Petróleo” após suspeitar de traição

Por: Nathany Gomes - Especial para o Notícia Max

 

O detento Luciano Mariano da Silva, popularmente conhecido como “Mareta”, confessou em depoimento nesta segunda-feira (18), na Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), ter assassinado seu colega de cela Paulo Cesar dos Santos, o “Petróleo”. 

 

Segundo “Marreta”, o motivo do crime se deu após uma suposta desconfiança dele contra “Petróleo”, que estaria repassando informações sobre a facção para policiais da Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam). 

 

“Marreta” foi categórico durante depoimento e disse: “Quem matou ele foi eu”. Ainda de acordo com o suspeito, os demais detentos do cubículo são inocentes, pois estavam dormindo no momento do crime. 

 

Acompanhado de sua defesa, “Marreta” disse que dois dias antes do assassinato, ambos passaram por uma audiência no Fórum de Cuiabá, referente a “Operação Assepsia”, e na ocasião uma das testemunhas disse coisas que somente “Petróleo” sabia. Durante o retorno a Penitenciária Central do Estado (PCE), onde estavam presos, questionou o colega, que respondeu dizendo: “Depois da visita nós conversa” (sic). 

 

Desde então, ambos passaram a tratarem-se como inimigos e não conversaram mais sobre assunto. Temendo pela sua vida, “Marreta” então decidiu matar “Petróleo” com auxílio de um lençol e  perfume. 

 

Diante disso, “Marreta” pegou o lençol e perfume,  asfixiou a vítima, tendo certeza de sua morte após verificar seus batimentos cardíacos. Em seguida, arrastou o colega de cela até banheiro, pendurou seu corpo na catraca, simulando um suicídio. 

 

O suspeito limpou toda cela, com objetivo de não deixar pistas do crime e posteriormente foi dormir. No dia seguinte, ao se deparar com cadáver, apresentou espanto com situação “Ó o cara aqui se suicidou” (sic). Em seguida os agentes penitenciários foram chamados. 

 

Ao delegado “Marreta” disse que antes da audiência tinha “Petróleo” como um irmão e negou fazer parte do Comando Vermelho. 

 

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Edição 208 Dezembro de 2019

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