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Quinta-Feira, 11 de Outubro de 2018, 11h:27
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7 ANOS DE PRISÃO

Servidor é condenado por morte de namorada, mas fica solto

Por: G1-MT

TV Centro América/Reprodução

Silvana

 

O servidor público João Batista Andrade foi condenado a 7 anos e seis meses de prisão, que devem ser cumpridos em regime aberto, após matar a namorada espancada Silvânia Menegildo Valente, de 37 anos, em novembro de 2011, no Bairro Santa Amália, em Cuiabá.

 

Conforme a decisão do Tribunal do Júri, do qual a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira é presidente, João Batista é réu primário, não possui antecedentes criminais e tem endereço certo, o que não justificaria o cumprimento da pena em regime fechado.

 

Verifica-se, também, que ele permaneceu em tratamento de dependência química durante a maior parte da instrução processual e que em fevereiro de 2016 foi autorizada sua desinternação compulsória, a fim de submeter-se a tratamento ambulatorial no CAPS. Ademais, compareceu quando solicitado, principalmente nesta data para o seu julgamento em plenário do júri, sendo evidente o desejo de responder pelos seus atos”, diz trecho da decisão.

 

O caso

 

A vítima, que também era funcionária pública, morreu no dia quatro de novembro de 2011 em um hospital particular de Cuiabá após ser espancada pelo namorado. A vítima deu entrada no hospital na noite do dia 3 de novembro depois de ter sido encontrada desacordada dentro de casa do namorado, no bairro Santa Amália, na capital, com graves ferimentos na cabeça.

 

No dia do crime, vizinhos disseram à polícia que ouviram gritos de uma mulher vindo de dentro da casa. Em seguida, viram um carro deixar a residência em alta velocidade.

 

Momentos depois, entraram na casa e encontraram Silvânia desacordada no chão. Ela recebeu atendimento médico, mas morreu no hospital em virtude de um traumatismo craniano.

 

No local do crime, segundo a polícia, foram apreendidos um martelo e uma picareta com possíveis sinais de sangue.

 

João disse em depoimento à Polícia Civil de Mato Grosso que não se lembra de ter cometido o crime. Ele contou que no dia 3 de novembro consumiu, horas antes da suposta agressão, muitas drogas e bebidas alcoólicas.

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Edição 152 Outubro de 2018

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