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Quarta-Feira, 18 de Setembro de 2019, 10h:59
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Emanuel: "Foco é receber R$ 56 milhões devidos pelo Estado e depois brigar pelos R$ 82 milhões das emendas parlamentares"

Por: Valdemar Félix

Reprodução

 

O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) afirmou na manhã desta quarta-feira (18), que o  seu foco está concentrado na tentativa de receber os R$ 56 milhões que o Estado deve para a Saúde da Capital, dos quais R$ 39 milhões são reconhecidos pelo governo estadual. A colocação do prefeito foi uma resposta ao questionamento quanto a declaração do governador Mauro Mendes, de que  não irá repassar à prefeitura de Cuiabá os R$ 82 milhões que vieram para o Estado no ano passado por meio de emenda da bancada federal, para equipar o novo pronto-socorro.  

 

“Esse é o meu foco, compor o pagamento dos quase R$ 40 milhões que eles reconhecem que devem e que está fazendo falta para Cuiabá. Saúde não é brincadeira, é coisa séria, e estamos trabalhando e tem todo esse débito do Governo do Estado com a Capital, então eles têm que compor esses R$ 40 milhões”, afirmou, ressaltando que após resolver a questão dos R$ 56 milhões, aí vai lutar pelos R$ 82 milhões das emendas parlamentares que foram repassados para o Governo do Estado.

 

Emanuel disse que está disposto a sentar à mesa para discutir sobre o restante de R$ 16 milhões que o governo alega que já pagou, para fazer um encontro de contas, mas reafirma que primeiro quer compor com a dívida já assumida pelo governo estadual.

 

“Devem R$ 40 milhões, então como vão pagar? Vão dividir, quatro vezes de R$ 10 milhões? Oito de R$ 5 milhões? Pode colocar até em 24 meses, 15 meses, o que importa é pagar. Esse dinheiro é da população cuiabana, para a saúde pública de Cuiabá, e não abro mão dele”, frisou, em conversa com a imprensa antes da solenida de de entrega da obra de revitalização do Centro de Convivências de Idosos (CCI) Padre Firmo. 

 

Emanuel afirma ainda que já conversou com o secretário municipal de Saúde Luis Possas de Carvalho e com o procurador geral do município Marcus Brito, e determinou que o Estado fosse notificado, ressaltando que não deseja judicializar a questão, mas que por Cuiabá irá à Justiça, porém, disse que está aberto a conversações com os órgãos de controle para intermediar uma negociação com o Governo do Estado.

 

“Mas eu vou esticar a corda. Se o Tribunal de Contas puder ajudar, se o Ministério Público puder ajudar, vamos tentar todos os encaminhamentos menos traumáticos, agora, se não for possível, não podemos abrir mão de R$ 56 milhões devidos a saúde pública da população cuiabana, principalmente com R$ 40 milhões já sendo reconhecidos”.

 

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