PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Sexta-Feira, 24 de Maio de 2019, 13h:40
Tamanho do texto A - A+
POLÍTICA & PODER
OPERAÇÃO SANGRIA Twitter

Empresa alvo de operação tem R$ 709 mil bloqueados pela Justiça

Por: Redação

 

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) determinou o bloqueio de R$  709,9 mil das contas da empresa ProClin (Sociedade Mato-Grossense de Assistência Médica em Medicina Interna), alvo da “Operação Sangria”, que investiga fraudes em processos licitatórios de contratos envolvendo serviços médicos. A decisão da desembargadora Marilsen Andrade Addário, é de quinta-feira (23) e atende recurso impetrado por sete médicos – que são sócios da empresa, contra uma decisão do juiz Yale Sabo Mendes proferida no início deste mês, e que negava o bloqueio.

 

O valor bloqueado de acordo com a ação, refere-se a serviços prestados através da Proclin aos hospitais São Benedito e Metropolitano de Várzea Grande, e que não foram pagos. “Defiro a liminar recursal pretendida para determinar o bloqueio/arresto nos termos pretendidos junto aos créditos que a sociedade agravada tem  para receber da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso e da Prefeitura Municipal de Cuiabá”, diz trecho da decisão da magistrada.

 

A desembargadora do TJMT, Marilsen Andrade Addário, que determinou o bloqueio

 

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) determinou o bloqueio de R$  709,9 mil das contas da empresa ProClin (Sociedade Mato-Grossense de Assistência Médica em Medicina Interna), alvo da “Operação Sangria”, que investiga fraudes em processos licitatórios de contratos envolvendo serviços médicos. A decisão da desembargadora Marilsen Andrade Addário, é de quinta-feira (23) e atende recurso impetrado por sete médicos – que são sócios da empresa, contra uma decisão do juiz Yale Sabo Mendes proferida no início deste mês, e que negava o bloqueio.

 

O valor bloqueado de acordo com a ação, refere-se a serviços prestados através da Proclin aos hospitais São Benedito e Metropolitano de Várzea Grande, e que não foram pagos. “Defiro a liminar recursal pretendida para determinar o bloqueio/arresto nos termos pretendidos junto aos créditos que a sociedade agravada tem  para receber da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso e da Prefeitura Municipal de Cuiabá”, diz trecho da decisão da magistrada.

 

Na ação, os médicos argumentam que o valor que a Proclin tem a receber do Estado de Mato Grosso por serviços já prestados é de R$ 565,6 mil, e que já estão em fase de liquidação, de acordo com o sistema Fliplan. Os médicos alegam que os serviços prestados e não pagos pela empresa são no valor de R$ 590 mil (sem correção monetária). “Entendo demonstrados, ao menos prima facie, os requisitos previstos no artigo 300 do CPC/2015, para o deferimento da antecipação da tutela o bloqueio/arresto dos créditos recebíveis pela agravada perante o Município de Cuiabá e o Estado de Mato Grosso”.

 

A “Operação Sangria” apura fraudes em licitação, organização criminosa e corrupção ativa e passiva, referente a condutas criminosas praticadas por médicos/administradores de empresa, funcionários públicos e outros, tendo como objeto lesão ao erário público, vinculados a Secretaria de Estado de Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde, através de contratos celebrados com as empresas usadas pela organização, entre elas, a Proclin.

 

Segundo a apuração, a organização mantinha influência dentro da administração pública, no sentido de desclassificar concorrentes, para que ao final apenas empresas pertencente a eles possam atuar livremente no mercado. Na operação foram presos o ex-secretário de Saúde de Cuiabá Huark Douglas Correia da Costa, o ex-adjunto Flávio Alexandre Taques da Silva, Adriano Luiz Alves Souza, Celita Natalina Liberali, Fábio Liberali Weisseheimer, Fábio Alex Taques Figueiredo, Luciano Corrêa Ribeiro e Kedna Iracema Fontenele Servo Gouvêa.,

Twitter

PUBLICIDADE



Veja mais sobre este assunto:

Edição 184 Junho de 2019

PUBLICIDADE

Enquete
COLUNISTA
BLOGS MAX
  • PUBLICIDADE

  • PUBLICIDADE

  • PUBLICIDADE


PUBLICIDADE


PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

© 2019 - Notícia Max - Todos os direitos reservados