PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

Sábado, 09 de Fevereiro de 2019, 11h:48
Tamanho do texto A - A+
POLÍTICA & PODER
PREVIDÊNCIA Twitter

Senador defende aposentadoria especial para mulheres e policiais

Por: Redação

 

A equiparação da idade mínima de aposentadoria entre homens e mulheres, e as aposentadorias especiais para atividades desgastantes ou arriscadas, como a dos professores e a dos policiais são pontos da reforma da Previdência que já repercutem no Senado. Líder do Bloco Parlamentar Vanguarda, formado pelo DEM, PR e PSC, o senador Wellington Fagundes (PR-MT) disse apoiar o tratamento diferenciado às mulheres no tocante a idade para aposentadoria.

 

Ao citar dados do Fórum Econômico Mundial, que projeta para 202 anos o fim da desigualdade salarial entre homens e mulheres, Fagundes argumenta que a idade mínima igualitária de aposentaria é, na verdade, injusta para as trabalhadoras. Para ele, “é impossível” esse tipo e tratamento.  “A mulher tem que fazer jornada dupla, principalmente a mulher trabalhadora com menor remuneração”, disse.

 

Ele também defendeu tratamento diferenciado para os policiais – que integram a chamada categoria especial de trabalhadores. Com expectativa de vida em 66 anos, eles discordam da idade mínimo de aposentadoria em 65 anos. Fagundes observa que é preciso avançar nessa discussão: “Hoje existem muitos jovens policiais fazendo atividades administrativas, fora da atividade principal”, lembrou. Para ele, é preciso definir um tempo mínimo para que os policiais exerçam sua atividade fim.

 

“Hoje existem muitos policiais jovens se aposentando”,  ele lamentou, em entrevista concedida a Rádio Senado.

 

No programa, Wellington também defendeu que ‘as reformas sejam profundas’. Até aqui, segundo ele, o que se fez foram ‘remendos’ sobre temas considerados fundamentais. O republicano disse considerar a reforma da Previdência importante, mas observa que não deve caminhar dissociadas de outros projetos vitais ao pais. Para ele, a reforma política, por exemplo, é classificada como ‘a mãe de todas as reformas’ e o atual modelo tributário brasileiro exige mudanças: “O modelo atual só favorece aqueles que tem mais capacidade de sonegar. Por isso, uma reforma não pode prescindir da outra”, atacou.

 

Em plenário, Wellington Fagundes disse que as reformas são necessárias. Apontou que “o Estado brasileiro demonstra muito claramente a sua exaustão e precisa se modernizar”. Ele enfatizou ainda que “o momento nacional é agudo” e que os sintomas das necessidades mais urgentes cobradas pela sociedade foram determinantes em cada voto na última eleição.

 

“O cidadão comum, com o título de eleitor em suas mãos e com as ferramentas da participação ao seu alcance, indicou que quer respostas às suas demandas mais urgentes”, disse, destacando a questão da saúde, educação e segurança, aliados ao cuidado com a coisa pública.

 

“O cidadão não tolera mais a fome e tampouco a miséria, rechaça a violência e impõe a todos nós que adotemos atos derradeiros contra a insegurança que paira a cada caminhar. O desemprego de mais de 12 milhões de brasileiros precisa de enfrentamento mais duro como forma de reverter esse quadro de deterioração social”, assinalou, tratando como ‘inadmissível’ os sobressaltos vividos pelo povo brasileiro, diante da riqueza natural, terras férias e produção invejável.

Twitter

PUBLICIDADE



Edição 166 Fevereiro de 2019

PUBLICIDADE

Enquete
COLUNISTA
BLOGS MAX
  • PUBLICIDADE

  • PUBLICIDADE

  • PUBLICIDADE

MAIS LIDAS


PUBLICIDADE


PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

© 2019 - Notícia Max - Todos os direitos reservados