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Sexta-Feira, 08 de Março de 2019, 10h:10
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Secretaria Municipal de Saúde confirma 4.500 casos de HIV em Cuiabá

Por: Nathany Gomes - Especial para o Notícia Max

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Aids, sigla popularmente conhecida, é uma doença crônica causada pelo vírus HIV (human immunodeficiency vírus), podendo ser transmitida sexualmente para o parceiro (a) ou na gravidez de mãe para filho (a). 

 

Em Cuiabá, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, através dos dados fornecidos pelo SICLON, existem atualmente 4.500 casos registrados. A Capital, conforme Boletim epidemiológico divulgado em dezembro, aparece em 7º lugar no ranking que considera todos indicadores da Aids (detecção, mortalidade e outros).  Já no ranking dos 100 municípios com mais de 100 mil habitantes, fica em 42º lugar em relação aos casos de Aids.

 

Após receber o diagnóstico da infecção por HIV, o paciente deve marcar ou ser encaminhado para uma consulta com um especialista na área no Serviço de Atendimento Especializado em HIV/Aids - SAE mais próximo, onde haverá uma equipe de profissionais, além do médico, para prestar os esclarecimentos e o apoio necessários.

 

Todos as pessoas vivendo com HIV possuem direito ao tratamento gratuito, segundo a Lei nº 9.313, de 1996. Desde 2013, o Ministério da Saúde oferece tratamento para todas as pessoas vivendo com HIV.   

 

O tratamento da Aids é feito com medicamentos antirretrovirais que são fornecidos gratuitamente pelo SUS. Estes medicamentos combatem o vírus e fortalecem o sistema imune, mas não são capazes de eliminar o vírus do organismo. Dessa forma, ainda não é possível dizer que a Aids tem cura.

 

Os órgãos responsáveis para esse tipo de apoio ao tratamento são ofertados pelas esferas da saúde municipal, estadual e federal. As policlínicas oferecem suporte juntamente com o CTA’s (Centro de  Testagem e Aconselhamento), localizado nas regiões do Verdão, Planalto e Coxipó, na capital. 

 

O vírus não possui cura, porém o seu avanço pode ser controlado com medicamentos e uma boa absorção por parte dos pacientes, aumenta a estimativa e qualidade de vida, que sem o tratamento as chances seriam menores. 

 

 

 

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Edição 187 Julho de 2019

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