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Quarta-Feira, 19 de Junho de 2019, 07h:50
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ESPORTE
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Assembleia debate práticas esportivas equestres em MT

Por: ASSESSORIA

REPRODUÇÃO

EQUERES

 

A prática esportiva equestre foi tema de audiência pública realizada na Assembleia Legislativa na tarde desta terça-feira (18). O evento reuniu representantes da Acrimat, Indea, clubes e associações ligadas ao setor para debater o projeto de lei nº 17/2019 de autoria do deputado Dilmar Dal Bosco (DEM), que dispõe sobre a prática esportiva equestre em Mato Grosso, e determina as condições mínimas necessárias para garantir o bem-estar animal nas competições, treino e manutenção continuada da saúde dos animais.

 

O evento foi requerido pela Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto, por intermédio dos deputados Valdir Barranco (PT) e Thiago Silva (MDB) e serviu para abordar também alguns itens da modalidade que serão incluídos no projeto de lei, como por exemplo, segurança aos animais e divisão de capítulos por categoria.

 

“Ouvimos diversos segmentos do setor e esportistas, quando a partir daí vamos construir um texto para contemplar a todos e que possa ser mais próximo da perfeição. Daremos notoriedade ao projeto para que a sociedade conheça esse esporte, disciplinando cada modalidade que lidam com os animais”, falou o deputado Valdir Barranco.

 

O autor do projeto, deputado Dilmar Dal Bosco explicou que a iniciativa ganhou força após o fato de o Ministério Público Estadual (MPE) vetar o torneio.

 

“É um projeto de lei que traz a regulamentação de todas as provas equestres em Mato Grosso, adequando mais informações com apoio da própria Assembleia e de associações equestres”, disse Dal Bosco. Pela manhã, cavaleiros se reuniram em frente ao prédio da Assembleia Legislativa com o propósito de apoiar a audiência pública e, consequentemente, buscar a regulamentação do esporte equestre.

 

“A atitude do Ministério Público vetando recentemente um evento da categoria foi de forma arbitrária. Mato Grosso tem a quinta maior tropa eqüina do país e a sexta maior força do agronegócio do setor no Brasil”, explicou o presidente da Associação dos Cavalos Mangalargas de Mato Grosso, Álvaro de Carvalho.

 

Para o vice-presidente da Confederação Brasileira de Laço Comprido, João Rech de Araújo, há várias categorias relacionadas com esporte eqüinos que não reúne documentações para competições. No entanto, ele destacou que as provas de laços compridos estão legalizadas.

 

“Estamos aqui, para apoiar no geral o projeto que vai legalizar o esporte no estado. Sabemos que há Aassociações que misturam as competições e isso precisa ser combatido. Nossa categoria "Laço Comprido" está legalizada e cumprindo todas as normas”, opinou ele.

 

O deputado Carlos Avalone (PSDB) preferiu apontar a importância do cavalo para Mato Grosso. “Significa (cavalo) muito para o estado. Imagina o Pantanal sem o cavalo pantaneiro? Com o passar dos anos as exposições foram tomando rumo técnico e deixou o country de lado. Me estranha muito o veto do último evento. Precisamos ter uma legislação que não prejudique ninguém e vamos trabalhar em conjunto na assembleia”, assinalou Avalone.

 

Também apoiando a iniciativa do projeto, o deputado Ondanir Bortolini preferiu citar as vantagens que o esporte significa para as pessoas. “Esse projeto poderá ser enriquecido com a audiência pública com novas sugestões. Trata-se de um esporte que é a cara de Mato Grosso. É o esporte da família e não há maus tratos com os animais”, complementou Nininho.

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Edição 187 Julho de 2019

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