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Segunda-Feira, 11 de Fevereiro de 2019, 14h:42
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POLÍTICA & PODER
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Justiça Eleitoral realiza Diálogo da Cidadania em Chapada dos Guimarães

Por: Redação

 

O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) realizou mais uma edição do Diálogo da Cidadania nesta segunda-feira (11.02), desta vez no município de Chapada dos Guimarães. O evento teve foco no Controle Social, foi realizado no Fórum da cidade e contou com a presença de diversas autoridades, como o presidente do TRE, desembargador Márcio Vidal, juízes, promotores, políticos e estudantes do ensino médio.   

 

A palestra principal foi ministrada pelo presidente do Conselho Regional de Contabilidade, Manoel Lourenço. Ele explicou com exemplos práticos como a sociedade pode impedir que obras sejam superfaturadas, que compras fora da realidade sejam feitas, além de mostrar onde ter acesso aos dados financeiros dos órgãos públicos. “Qualquer cidadão pode solicitar acesso às informações, basta protocolar o pedido. Se não ter resposta, deve procurar o Ministério Público, o Tribunal de Contas, os órgãos de controle. Esta iniciativa do TRE tem que ser levada a todas as escolas de segundo grau. É o momento de trazer estes jovens para a cidadania”.

 

Para o desembargador Márcio Vidal, o evento é uma grande para que o cidadão se conscientize de seu papel na sociedade. “Existe uma carência de comunicação direta entre a Justiça e o seu cliente principal, o cidadão. Podemos contar com o apoio de outras instituições para realizar este evento e isso foi muito importante para ampliar o conteúdo apresentado”.

 

Estudante do primeiro ano do ensino médio, Diego Fernandes, afirmou que o diálogo da cidadania lhe abriu o sonho de ser juiz um dia. “Eu gostei muito da sugestão do presidente do TRE em instituir a disciplina de direito eleitoral nas Faculdades de Direito. Certamente este conteúdo irá me ajudar a um dia ser um juiz na Justiça Eleitoral”, pontuou o aluno.

 

Outra palestra do evento foi ministrada pelo secretário de Tecnologia da Informação do TRE-MT, Luiz Darienzo, e abordou as ferramentas tecnológicas da Justiça Eleitoral. “Mostramos duas plataformas, o caixa um, para eleições, e o sou fiscal, que visa fechar o ciclo no ano não eleitoral, permitindo a plena participação social”.

 

O avanço da tecnologia como ferramenta de controle social foi o principal ponto apresentado durante o evento na opinião da Ludmila Luiza, 15 anos de idade. “Foi muito bom ver que existem aplicativos para fazer o controle social. Todos nós temos que contribuir, eu mesmo penso em desenvolver alguns projetos”, revelou a jovem.

 

Este é o caminho a ser seguido na opinião do juiz eleitoral, Antônio Peleja. “O cidadão deve se atentar, estar em estado de alerta, formar entidades organizadas da sociedade civil com funções específicas de coleta de dados e fiscalização. Isso induz o aprimoramento da nossa sociedade”.

 

 

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Edição 166 Fevereiro de 2019

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